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Mateus mais ou menos a andar

por A Pipoca Mais Doce, em 21.10.14

Aiiiiii, eu sei que este espaço tem andado um bocadinho ao abandono. Olho para os cantos e vejo as teias de aranha a acumularem-se, é um facto. Mas também é um facto que a minha vida tem andado uma pequena loucura e que há sempre alguma coisa que acaba por ficar um bocadinho mais para trás. Enfim, vou tentar redimir-me.

Poderia dizer que a grande novidade no desenvolvimento do Mateus é que já anda, mas se calhar "andar" é assim um bocado exagerado. Há dias o pai disse-lhe "vai à mamã", e lá veio ele ter comigo todo despachado. Depois eu disse "vai ter com o papá" e ele repetiu a proeza. Mas foi exemplo quase único. Anda lindamente agarrado a coisas (móveis, andarilhos, a nossa mão, etc), mas aquela coisa do "levanta-te e anda" ainda me parece estar longe. Se lhe digo "anda cá", ele vem, mas de gatas. Até pode estar de pé, mas para se deslocar põe-se imediatamente de gatas. É mais rápido e mais fácil, o rapaz não é parvo nenhum. Se lhe damos a mão e o largamos, dá uns passos todo feliz até perceber que está a andar sozinho e atira-se logo para o chão. Fiteeeeeeeiro! 

De resto, continua um grande fofinho, todos os dias mais. Quando está bem disposto dá beijinhos e abraços e quer colo, mas a maior parte do tempo quer é andar a correr os cantos à casa e a descobrir o mundo, sempre muito irritado se alguém o tenta parar. Mas o tema "birras e acho que já tenho imensa personalidade" fica para amanhã! =) 

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publicado às 16:12

Passatempo CHICCO/ Zum Zum Bararibé

por A Pipoca Mais Doce, em 20.10.14

Quem quer ir este fim-de-semana ao teatro com os vossos pequenitos? Em parceria com a Chicco tenho três bilhetes duplos para oferecer para a peça Zum Zum Bararibé, no Teatro Municipal Amélia Rey Colaço, em Algés. Os bilhetes são já para este sábado, dia 25, às 15.00. Esta peça alia a dança das quatro estações a um espectáculo de sons, luzes e cheiros que transformam sonhos em realidade, os estímulos em fantasia e procuram, em cada criança, a força da natureza e a palavra certa para a magia acontecer! O espectáculo é indicado para crianças dos três meses aos quatro anos.

 

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Para se habilitarem só têm de preencher este formulário até quarta-feira, dia 22, às 23:59. Os vencedores serão escolhidos aleatoriamente através do Random.org e anunciados aqui na próxima quinta-feira. Boa sorteeeeee!

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publicado às 21:53

Fomos ao Ocenário

por A Pipoca Mais Doce, em 17.09.14

 

No fim-de-semana passado levei o Mateus ao concerto para bebés do Oceanário. A madrinha dele já nos tinha oferecido os bilhetes há uma vida, mas só agora conseguimos. Aquilo também está sempre cheio, é preciso marcar com dez anos de antecedência. Mas pronto, lá fomos, a primeira actividade infantil oficial. Como nunca o tinha levado a nenhum sítio onde fosse preciso estar atento e no escuro, não sabia muito bem como é que ia reagir. O concerto começou e o factor novidade conseguiu prendê-lo ao meu colo durante uns dez minutos. Depois espalharam bolas e uma data de outros brinquedos pela sala e aí acabou-se o sossego, estava tão interessado no espectáculo como eu em pesca desportiva. Esteve entretido a gatinhar por todo o lado, a tentar fanar os brinquedos dos outros miúdos, a enfiar tudo na boca e por aí adiante. Mas não houve choro nem berraria, o que me levou a concluir que passou este primeiro desafio com distinção. O concerto é giro, passa rápido e no fim ainda temos direito a uma visita ao Ocenário. Agora que vai começar o tempo mau (alguma vez esteve bom?), vou ter de começar a procurar programas para fazer com ele. Não sei se há muita coisa para esta idade, o que recomendam? 

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publicado às 07:46

Oooohhhhhhhh

por A Pipoca Mais Doce, em 09.09.14

Cheguei a casa dos meus pais para o ir buscar. Veio a gatinhar até à porta e disse um "mamãaaaaaaaaaaaaa" tão profundo quando me viu que até me emocionei. Coisa querida.

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publicado às 17:34

As noites andavam espectaculares

por A Pipoca Mais Doce, em 08.09.14

Quer dizer, nunca foram brilhantes, temos sempre direito a ser acordados pelo menos uma vez para lhe pôr a chucha, mas houve aí umas quantas noites em que dormiu das nove às nove e quase nos ajoelhámos e agradecemos aos céus. Foi sol de pouca dura e passámos de um extremo ao outro. Uma fita desgraçada para adormecer, outra fita enorme para ficar na cama. Hoje foi uma luta de uma hora e meia para o adormecer. Quer dizer, ele adormeceu bem, no colo. Estava a dormir profundamente até o pôr na cama. Acordou de imediato e virou fera. Era ele a pôr-se de pé na cama, agarrado às grades, e eu a deitá-lo novamente. Repetimos esta brincadeira umas 30 vezes, sem exagero, mas eu estava decidida a não ceder e a não o tirar da cama. Lá adormeceu, com umas festinhas, acho que vencido pelo cansaço, mas não dou muito tempo para acordar novamente aos berros. Ainda tive de ficar no quarto uma boa meia-hora até ele estar a dormir profundamente, porque a cada tentativa que eu fazia para me escapulir lá começava eu a berrar. Sacana, como é que sem me ver ele consegue sentir a minha presença? Espectacular. O grande drama destas coisas é nunca saber se estamos a fazer o mais correcto. Eu, pelo menos, não sei. Sobretudo quando não tenho uma estratégia bem definida e que siga sempre. Há dias em que não o tiro da cama, há outros em que sim, há dias em que deixo chorar mais, há dias em que acudo ao mínimo "ai", há dias em que o trago para a minha cama, há dias em que vou com ele para o quarto de hóspedes... enfim, a verdade é que não consigo agarrar-me a uma só estratégia. Depende das noites, depende do meu estado de cansaço, depende dos nervos dele e da necessidade de mimo e de conforto. Leio os livros, ouço pessoas mais experientes, mas acabo sempre por fazer o que me parece mais sensato na altura. Há quem me diga que não posso vacilar, sob pena de estar a criar um monstro, há quem me diga que tenho de lhe dar colo e mimo sempre, para ele perceber que a mãe não fugiu, há tantas teses que eu tento escutar (quase) todas e depois descortinar a que melhor se aplica a mim e ao meu bebé. Falam-me sempre de instinto, mas eu não sei se o meu é sempre fiável. Porque quero criar um miúdo seguro e independente, mas também não lhe quero falhar sempre que ele precisar mais de colo ou de mimo. Não é para isso que servem as mães? E esse colo sempre disponível vai torná-lo mais confiante ou, pelo contrário, mais dependente? Dúvidas, dúvidas. Vou procurando o meu ponto de equilíbrio, uns dias cedendo mais aqui, noutros sendo mais intransigente ali. Gostava de ter a certeza de estar a fazer um bom trabalho, mas às vezes bate a dúvida. Olho para o Mateus e tenho a certeza que é um menino feliz e muito amado, e que isso é o que realmente importa, mas sei lá.. há sempre dúvidas. E o pior é que sei que vai ser assim para sempre.

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publicado às 23:16

Chicco dá a vida

por A Pipoca Mais Doce, em 02.09.14

A Chicco está de volta com o projecto de solidariedade "Chicco dá a vida". Pelo oitavo ano consecutivo, a marca volta a apoiar uma Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais de um hospital nacional, doando 1% de todas as suas vendas até ao final de Setembro.  Até à data, já foram apoiados hospitais de Lisboa, Porto, Faro, Coimbra, Gaia e Aveiro, através da doação de equipamento especializado que pode salvar a vida de muitos bebés. Ainda não foi anunciado qual o hospital que beneficiará do apoio da Chicco este ano, mas isso é o menos relevante. Importante MESMO é ajudar esta causa. Se puderem ajudar, os bebés agradecem! =)

 

 

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publicado às 00:50

Não, o blog não faleceu

por A Pipoca Mais Doce, em 02.09.14

Esteve só assim mais ou menos de férias, mas estamos de volta!

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publicado às 00:50

Mateus come tudo, tudo, tudo (e a mãe lava a loiça)

por A Pipoca Mais Doce, em 25.07.14

Na consulta do primeiro ano o pediatra lançou a bomba sem pré-aviso:

 

"Pronto, a partir de agora o Mateus já pode comer tudo o que os pais comem."

 

Hã? Quê? Como assim?

 

"Sim... tudo o que os pais comem", repetiu o pediatra, como se eu tivesse dificuldades de compreensão.

 

Mas tudo, tudo, perguntei eu?

 

"Tudo o que os pais comem" (o meu pediatra é um bocado lacónico)

 

Mas tipo... sushi? - voltei eu à carga.

 

"Tudo o que os pais comem"

 

Tentei puxar ao sentimento: "mas eu não estou preparada para o ver a comer bifes! Ainda é um bebé, só bebe leite e come sopa passada! Não estou preparada para o ver entrar no mundo dos crescidos!"

 

"Pois... para isso vai ter de ter outro bebé e começar tudo de novo" (pragmático, este meu pediatra)

 

Bolas. Estou em negação. O Mateus está a crescer, a fazer as suas conquistas e o meu ritmo emocional não está a acompanhá-lo com a mesma rapidez. Primeiro era só o biberão, depois vieram as sopas, depois a papa, depois a fruta, depois as bolachas (que, para mim, já foram assim uma grande loucura) e agora isto: comer tudo o que os pais comem. É verdade que ele já abre a boca a tudo o que eu lhe ponha à frente, mas é em modo brincadeira-experimental, não é para fazer disso vida. Mas pronto, parece que as sopas passadas já não são suficientes para toda a energia que gasta, por isso chegaram as refeições de três pratos à nossa vida: sopa, prato principal (ainda não fugimos muito à massinha com frango) e fruta. Muito mais tempo à mesa e mais louça para lavar. Quanto à rotina de lavagem, continua igual. Há uns meses falei-vos aqui do Power & Pure, a nova linha da Finish com oxigénio activo, com uma fórmula mais inovadora com menos corantes e alergénicos. Agora que vim de férias as pastilhas vieram comigo. Continuo a achar importante optar por um processo de lavagem mais natural e com menos químicos. Não sou fundamentalista dos micróbios, não vivo em paranóia com isso, mas se há produtos que já nos facilitam um bocadinho a vida nesse sentido, por que não usá-los? Pela experiência que tenho tido ao longo destes meses, sempre a usar Power & Pure, a loiça fica impecável e a sujidade é toda removida (mesmo a mais teimosa). Misturo a loiça do Mateus com a nossa - coisa que não fazia antes, lavava a do Mateus à parte -e  convivem alegremente. Só vantagens!

 

 

 

 

 

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publicado às 15:47

Para mais tarde recordar. Por este andar, vai ser mesmo muiiiito mais tarde.

por A Pipoca Mais Doce, em 21.07.14

Vou juntando todas as fotos do Mateus numa mesma pen, para ser mais fácil organizar-me. Hoje decidi criar uma cópia, porque só tenho aquela pen e se a perco fico sem as fotos todas. Dei-me conta que, neste primeiro ano de vida, tirámos cerca de sete mil fotos. Dei-me também conta que vai ser um terror para fazer álbuns, porque nem sei por onde começar. COMO é que vou escolher entre tantas fotos?? COMO é que tirámos sete mil fotos? Dá cerca de 600 fotos por mês! E COMO é que não fui imprimindo as fotos à medida que os meses iam passando? Vamos sempre adiando, adiando, adiando, e agora é isto. Sete mil fotos para escolher. Aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiii!

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publicado às 12:53

Então e do que é que mais sentes falta agora que és mãe?

por A Pipoca Mais Doce, em 18.07.14

Há uns tempos uma leitora deixou-me um comentário aqui no blog em que perguntava do que é que eu tinha mais saudades dos tempos em que não tinha um filho. Ora bem, aquilo de que eu tenho mais saudades é das tardes de domingo. Se só pudesse eleger uma coisa, era isso que escolhia. As tardes de domingo eram aquelas em que ficava em casa, de pijama, preferencialmente sem sair da cama, a ver televisão, a comer e a dormir. Eram o meu guilty pleasure. Adorava essa despreocupação semanal. Agora também posso ficar em casa, também posso não tirar o pijama, mas as sestas e o descanso acabaram-se com a maternidade. Na loucura, consigo que o Mateus durma uma hora (duas, nos dias mesmo bons), mas nunca é muito fiável. Uma hora é melhor do que nada, mas não é a tarde tooooooda, que era o que me sabia mesmo bem (então no Inverno era uma maravilha). De resto... bem, também tenho saudades de não ter rotinas, mas a isso uma pessoa habitua-se melhor e até nos torna mais organizados. Antes fazíamos o que queríamos, quando queríamos, agora há um bebé que precisa de horas para comer, para dormir, para tomar banho, etc e tal. E, apesar de até sermos bastante descontraídos (não somos daqueles pais que metem na cabeça que o bebé tem de comer SEMPRE ao meio-dia e doze ou que só pode fazer a sesta em casa, sob pena de ficar completamente desregulado), não dá para fugir muito disso. Apesar de trabalhar por conta própria, também passei a ter um horário de trabalho mais limitado. Agora, o meu dia passa-se entre as nove e as cinco, as horas a que o vamos deixar e buscar. Tenho de fazer tudo nesse espaço de tempo (como praticamente toda a gente), porque ali entre as cinco e as nove é o tempo do Mateus. Brincar com ele, dar-lhe banho, pôr o pijama, jantar, pôr a dormir. Confesso que essa quebra no meu dia acaba por mexer com o ritmo de trabalho. Muitas vezes ainda volto para o computador à noite, quando ele já dorme. Depois, claro, há as contingências normais. Já não se sai com a mesma despreocupação, é preciso saber se os avós podem ficar com ele, outras vezes não se quer pedir aos avós para não sermos abusadores, e então fazem-se escolhas. Não nos podemos queixar. temos uma rede de apoio bastante boa e que nos permite fazer muitas coisas, mas também abrimos mão de outras alegremente. Equilíbrio e bom-senso, é o que se quer. 

A vida muda, mas muda para melhor. Claro que cada caso é um caso, e nem sempre a chegada de uma criança é um processo pacífico, depende de muita coisa. Para nós tem sido, e é por isso que acho que não sinto assim muito falta de nada da vida de antigamente. É tão melhor agora. Mas se pudesse recuperar as tardes de domingo... E vocês? Se pudessem recuperar só uma coisa era o quê?

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publicado às 13:13





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