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A Páscoa da Chicco

por A Pipoca Mais Doce, em 15.04.14

Este fim-de-semana, a convite da Chicco, participámos num picnic da Páscoa, com muitos coelhos, caça aos ovos e tudo aquilo a que se tem direito. O mais velho adorou, claro, o mais novo quer é gente à volta dele, armado em pequena diva. E eu fiquei desertinha para que os dias de sol se instalem finalmente, que os putos estão bem é ao ar livre, e nós também.

 

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publicado às 09:25

Passatempo Dodot Extra Seco

por A Pipoca Mais Doce, em 13.04.14

 

Já por aqui vos falei das novas fraldas da Dodot, as Extra Seco, que garantem até 12 horas de rabinhos sem humidade e, consequentemente, noites santas. Tudo o que se quer. Pois que uma coisa é dizer, a outra é experimentar, e é por isso que tenho para vos oferecer três packs de 88 fraldas cada.

 

 

 

 Para se habilitarem, só tem de preencher este formulário até à próxima sexta-feira, dia 18 de Abril (permitida apenas uma participação por endereço de e-mail, participações repetidas não serão consideradas). 

 

O vencedor será escolhido aleatoriamente através do Random.org. Boa sorte a todos!!!

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publicado às 21:13

Passatempo Oporto Kids Market

por A Pipoca Mais Doce, em 04.04.14

Aqui estão os nomes das vencedoras dos vouchers para o Oporto Kids Market:

 

Márcia Gonçalves, de Santo Tirso

Raquel Sousa, Porto

 

 

Parabéns às duas meninas (que podem levantar os vouchers no balcão de informação) e obrigada a todos os participantes!

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publicado às 12:39

Amor de mãe

por A Pipoca Mais Doce, em 31.03.14

Nunca tendo tido assim uma grande apetência pela maternidade, sempre tive, no entanto, alguma curiosidade em saber o que era o tal amor de que toda a gente falava. O amor inexplicável, o amor assolapado, o amor compensador, o amor diferente de todos os amores. Lembro-me de perguntar a alguns pais "mas é um amor parecido com o quê? Com o que se sente pelos pais? Pelos irmãos?". A resposta que recebia sempre é que não se conseguia definir. Era um amor diferente. Depois fui mãe e percebi. O amor que temos a um filho é uma coisa assim maior do que o mundo, uma coisa tão forte que faz doer. Não estava preparada para isso, para gostar tanto de alguém ao ponto de isso me dar dores. Físicas e na alma. Acho que tem a ver com a responsabilidade e o medo que a maternidade traz associados. Lembro-me de nos primeiros tempos pensar "e agora? Eu gosto tanto dele, e se lhe acontece alguma coisa de mal, e se não tomo bem conta dele?". É tramado. Mas falava do amor. Que é uma coisa tão boa e tão forte. Quando o Mateus está a dormir no meu colo apetece-me engoli-lo, de tanto que gosto dele. Uma espécie de "pronto, és só meu". Fico a olhar para ele, a tentar perceber como era a vida antes. A pensar que é tão melhor agora, a pensar que não sei viver sem ele, a pensar que me saiu a lotaria. Nunca tive aquela coisa de ser mãe, nunca fiz especial questão, mas o amor que se sente por um filho é uma coisa tão boa que é quase impossível não sair para a rua e começar a dizer a toda a gente que tem de ter filhos. Não o faço. Lembro-me que me chateava a conversa do "então e filhos?", e por isso tento não a reproduzir. Mas não deixo de ter um bocadinho de pena de quem não quer ter filhos. E de lamentar por quem quer e não pode ter. Não pena no sentido de achar que nunca se vão sentir realizados ou felizes sem filhos, nada disso. Nunca achei que uma pessoa tivesse de ter filhos para se realizar. Mas tenho pena que não conheçam este amor que não têm outra forma de conhecer. Há os amores todos que nos passam pela vida e que são tão bons. Pelos pais, pelos namorados, pelos bichos, pelos amigos, pelo trabalho, pelo clube. Mas depois há este, tão especial, tão arrebatador, tão de tirar o ar, que é tão bom e que mete tanto medo ao mesmo tempo. Só levo oito meses e pouco disto, mas pergunto-me quão mais pode crescer. É que quando parece que já não há mais espaço no coração descubro que, afinal, gosto mais um bocadinho dele. Se calhar já passou do coração, estendeu-se aos rins, aos pulmões, ao baço. Não sei. Só sei que este amor de 70 centímetros é a melhor coisa que alguma vez já conheci.

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publicado às 23:50

A cadeira do Mateus

por A Pipoca Mais Doce, em 28.03.14

Há uns dias publiquei umas imagens do Mateus na cadeira de papa e muitas pessoas quiseram saber o modelo. Ora o modelo é a Polly 2 em 1, da Chicco (padrão Flake, não sei se ainda estará disponível). Vantagens desta cadeira? Várias: primeiro, é prática. Depois de se usar fecha-se, arruma-se num cantinho e está feito. Depois, o tecido é tipo plastificado e, por isso, resistente a papas e sopas que voam em todas as direcções. Depois, é uma cadeira que vai acompanhando o crescimento da criança: a partir dos 6 meses é uma cadeirinha de papa (traz um redutor amovível) e aos 12 meses (e até aos três anos) transforma-se numa cadeira para as crianças comerem à mesa, com os adultos, já que a altura é regulável. Descobri que o Mateus gosta de estar na cadeira mesmo sem ser para comer, é dos poucos sítios onde se entretém. Ponho-lhe uns brinquedos (às vezes basta uma colher e uma taça para ele fazer barulho) e ali fica. A cadeira é fácil de transportar, por isso vou levando o Mateus de um lado para o outro. Não tenho comparação com outras cadeiras, só tive esta, mas estou bastante satisfeita.

 

 

 

 

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publicado às 14:32

Os dentes

por A Pipoca Mais Doce, em 28.03.14

Se dois primeiros dentes do Mateus vieram ao mundo sem grandes chatices (andava só um bocadinho mais birrento e sem apetite), os senhores que se seguem estão a dar mais trabalho. Choro, noites mal dormidas, refeições em que se come duas colheres é muito, sestas que nem o chegam a ser, etc e tal. Anda chatinho e a precisar de mais mimo. Anteontem adormeci sentada com ele ao colo, na minha cama, porque era a única forma de ele não se queixar (isto às cinco e tal da manhã). E pensar que ainda faltam mais 18 para completar a primeira dentição. Ahhhhh, maravilhas da maternidade!

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publicado às 12:19

Passatempo Kids Market

por A Pipoca Mais Doce, em 20.03.14

 

É já este fim-de-semana que arranca mais uma edição do Kids Market em Lisboa (Cavalariças do Hotel Pestana), com muitas e boas marcas para os nossos pequenos texugos. Fiz óptimas compras na última edição. Infelizmente, não vou conseguir estar presente desta vez, mas talvez consiga ir à edição do Porto (Edifício da Alfândega), a 5 e 6 de Abril. Em ambas as edições encontrarão algumas das melhores marcas infantis (de roupa, decoração, brinquedos ou acessórios), mas também workshops, espaços e actividades para os mais pequenos (pinturas faciais, contos, balões, teatrinhos, jogos), actividades Meo kids e Sapo Kids  (com máquina do vento, workshop grafittis, concurso de desenhos) ou uma zona de restauração. Por outro lado, e como sempre, haverá um lado solidário associado a estes eventos, já que a totalidade do valor doado nas entradas (um euro) reverterá para duas instituições: Corações com Coroa (Lisboa) e Liga dos Amigos das Crianças e Famílias Rainha Maria Pia (Porto).

 

Ora bem, para que possam usufruir ainda melhor deste evento, tenho para oferecer dois vales de 25€ para o Oporto Kids Market. Para se habilitare só têm de:

 

1- Fazer um "gosto" na página de Facebook do Oporto Kids Market;

2- Preencher este formulário  até ao dia  25 de Março (permitida apenas uma participação por endereçp de e-mail, participações repetidas não serão consideradas);

 

Os vencedores serão escolhidos aleatoriamente através do Random.org. Boa sorte a todos!

 

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publicado às 23:31

Dias bons

por A Pipoca Mais Doce, em 18.03.14

Geralmente, tento ficar com o Mateus às sextas. É o dia de folga dos avós e é o dia de lhe dedicar toda a atenção e mais alguma. Durante a semana adianto trabalho e tento organizar-me para conseguir ter a sexta livre. Esta semana, e porque estava a morrer de saudades, a segunda foi o dia escolhido. Trabalhei um bocadinho durante as sestas dele (que hoje foram especialmente curtas) e o resto do dia foi para o encher de beijos e abraços, para lhe dar muito colo, para passear, para lanchar numa esplanada,  para ir ao pediatra, para lhe tirar muitas fotos, para o ver a tentar ficar sentado e a cair para o lado, para ficar colada ao pescoço dele enquanto dormia a sesta ao fim da tarde, e para o tirar do colo do pai, que estava a dar-lhe o jantar e a berrar cada vez que o Benfica marcava um golo (o miúdo ia tendo uma síncope). Coisa mais boa de sua mãe.

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publicado às 00:51

É bom ir, mas é melhor voltar

por A Pipoca Mais Doce, em 17.03.14

Dizia-me uma amiga há pouco tempo que a melhor parte de se viajar quando temos filhos é que na hora de voltar... já não temos pena. Já não há aquela coisa do "ah, ficava aqui mais 15 dias", porque apesar de estarmos de férias, e de estarmos num sítio fantástico, e de nos estarmos a divertir e a conhecer coisas novas, a melhor parte de nós ficou. E contamos os minutinhos para voltar. Depois de uns dias em Cabo Verde e da ida à Disney, desta feita o Mateus ficou e lá fomos nós gozar o meu presente de aniversário: Praga+Bratislava+Viena+Budapeste. Quando o homem me ofereceu a viagem, a minha primeira pergunta foi "então e o Mateus???". Resposta dele: "o Mateus fica". Nunca o tinha deixado uma semana, o máximo foram quatro dias, e só a ideia não me deixou-me logo meio indisposta. Senti que era assim uma espécie de presente envenenado. Era uma viagem que queríamos fazer há muito tempo, mas, mas, mas... e o Mateus? =( Tentei não pensar muito no assunto, ainda faltavam mais de dois meses, não ia estar a martirizar-me com isso. Mas a data foi-se aproximando e eu a ficar com o coração cada vez mais encolhido. E quase ali a desejar, secretamente, que não pudéssemos ir por algum motivo, só para não ter de o deixar. Mas fomos. E foi giro. E tive muitas saudades. Mas diz que a vida é assim mesmo. Antes de ter filhos sempre quis ser esse tipo de mãe, que é capaz de arranjar tempo para tudo: tempo para os filhos, tempo para o marido, tempo para si, tempo para os amigos. Mas depois, já se sabe, as crianças chegam e a conversa é outra. E não nos conseguimos desligar, e vai ficando tudo para trás. Acho que tenho conseguido equilbrar as coisas. O Mateus e a família têm o seu tempo de qualidade, mas arranja-se também tempo para o resto. E isso é bom. Se lhe senti a falta? Sim, todos os dias. A melhor parte do dia era ligar de manhã e à noite para a minha mãe. Para saber como ele tinha dormido e para saber como tinha passado o dia. Só duas vezes, não mais, que vai-se a ver e ele também não faz assim tanta coisa quanto isso e não há muito para contar. Conseguia ouvi-lo a palrar e ficava feliz. Quando cheguei ao aeroporto, às nove da noite, fui logo a correr para casa dos meus pais, para ainda o conseguir apanhar acordado. Já estava a dormir, o sacana. Dei-lhe 389 beijinhos, destapei-o assim como quem não quer a coisa, mas nada, sempre a roncar. Mas não resisti a ficar a dormir lá nessa noite. Levei-o para a minha cama e fiquei a noite toda agarradinha a ele. De manhã, quando acordou, estava histérico por me ver. Batia com as mãos  e com os pés, dava gritos, toda uma loucura. Já nem queria saber da avó, que o aturou uma semana. "Pois, agora já nem se ri para mim, já tem a mãe não me liga nenhuma".  Avó dramática.

Gostei das férias. Mas gostei ainda mais de voltar. Vai ser sempre assim.

 

 

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publicado às 09:43

Novidades Dodot!

por A Pipoca Mais Doce, em 17.03.14

 

Lembram-se do post sobre o Dia Mundial do Sono e do estudo que a Dodot desenvolveu sobre o tema? Disse-vos que, na sequência disso, a Dodot, em conjunto com alguns especialistas, elaborou algumas dicas para tentarmos que os nossos bebés durmam melhor. Ora aqui ficam elas

 

  • Desde o primeiro dia é importante que os bebés consigam distinguir o dia da noite. Durante o dia deve sempre existir luz e o bebé não deve ser afastado dos ruídos. À noite a luz deve ser mais fraca e o bebé não deverá estar exposto a grandes agitações. Se acordar durante a noite para comer, os pais deverão acender apenas uma luz ténue e falar num tom baixo.
  • A rotina é importante. Os horários devem repetir-se e antes do sono deverá haver sempre actividades rotineiras (brincar, jantar, banho, ler uma história, etc). 
  • Dentro do possível, também se deve tentar que as sestas sejam sempre à mesma hora. É aconselhável que o bebé durma uma sesta da parte da manhã e, a partir dos quatro/cinco meses, outra da parte da tarde. A partir dos 18 meses, aproximadamente, as crianças já não têm tanta necessidade de dormir a sesta da parte da manhã, mas é provável que o façam da parte da tarde até aos 3 ou 4 anos;
  • Alguns bebés necessita da ajuda da chucha ou de um boneco para se acalmarem.São os chamados objectos de transição e são realmente importantes;
  • É aconselhável que as crianças vão para a cama entre as 19h00 e as 21h00
  • É normal os bebés acordarem durante a noite, seja para comer ou apenas porque sim! Sempre que isso acontecer, os pais devem dar-lhes atenção e tranquilizá-los. Às vezes basta a presença dos pais ou uma festinha (com o Mateus as festinhas na cara resultam lindamente, volta a dormir em três tempos). Se for preciso colo... bem, estamos cá para isso.
  • É recomendável que a criança se mude para o seu próprio quarto a partir dos seis meses;
  • A actividade física deve ser reduzida à noite. Ao contrário do que se possa pensar, isso não cansa os bebés, só faz com que fiquem mais nervosos ou agitados.

 

Tendo em conta tudo o que vos contei, e sobretudo tendo em conta os tais dados que dizem que 92% dos pais acreditam na importância do uso de uma boa fralda para uma boa noite de sono dos seus bebés, a Dodot desenvolveu uma nova fralda com uma Exclusiva Capa Extra Seca. Esta nova gama absorve o xix mais rapidamente e apresenta uma maior superfície de absorção, capaz de manter a humidade isolada da pele do bebé até 12 horas, ajudando-o a descansar toda a noite, sem interrupções.

 

Tive a oportunidade de experimentar as novas fraldas quando fomos para Paris e, não sei se foi das fraldas ou do cansaço, o certo é que o Mateus dormiu sempre as noites inteiras. E são estas que ele vai usar daqui para a frente (na verdade sempre usou outras gamas da Dodot, e estava satisfeita), que se há uma possibilidade, por mais pequena que seja, de ele dormir a noite toda, então é isso que se quer!

 

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publicado às 09:04





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