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Mãe em aprendizagem

por A Pipoca Mais Doce, em 03.08.13

Em pouco mais de duas semanas já consegui:

 

- Dar o biberão ao miúdo sem lhe tirar a tampa interior. Ou seja, o miúdo sugava, sugava, sugava e não saía nada, e eu a achar estranhíssimo o facto de o leite não estar a baixar;

 

- Aumentar a dosagem de água do biberão e esquecer-me de aumentar igualmente a dosagem de leite em pó;

 

- Chegar à porta de casa com o ovinho, com a alcofa, com a mala dele, com a minha, com tudo e mais alguma coisa, e estar prestes a fechar a porta e o homem dizer-me "eeeerrrr... falta o Mateus";

 

- Ter muita dificuldade em ouvir os arrotos dele. Depois de cada biberão preciso de ter tudo em silêncio absoluto para me concentrar na "operação arroto". A criança faz tantos barulhinhos diferentes que eu fico ali feita parva a perguntar "isto foi um arroto?? E agora? Foi um arroto? Já está? Já foi?".

 

De cada vez que faço asneira fico a pensar "ohhh-meu-Deeeeeeuuuus! Sou uma mãe terrível". Depois o homem diz-me que não, que é normal, que ao princípio estas coisas acontecem, que não dá para controlar tudo, que também é para isto que está lá o pai, e mimimimi, e eu lá me tento convencer que não vou ter à perna a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens.

 

Tirando isto, corre tuuuuuudo às mil maravilhas! =)

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publicado às 17:53

O ataque do monstro das cólicas

por A Pipoca Mais Doce, em 03.08.13

Hoje tivemos aquilo a que se pode chamar a primeira "noite má". O miúdo foi atacado pelo monstro das cólicas e e até às seis e tal da manhã foi um festival nesta casa. Tentámos massagens na barriga, tentámos todas as posições possíveis (acho que só nos faltou pôr a criança a fazer o pino), tentámos leite com umas gotinhas de Colief, tuuuuuuudo e mais alguma coisa. E nada parecia resultar. Acalmava uns minutos e depois lá vinha aquele choro espectacular que nos entra pelos tímpanos e se instala ali algures no sistema cerebral, fazendo-nos pensar que os bebés deviam trazer um qualquer sistema para lhes regular o volume. Às quatro e tal da manhã, depois de muitas tentativas infrutíferas, peguei nele e fomos para o outro quarto, para ver se alguém conseguia dormir cá em casa. Não sei como, mas ele lá conseguiu acalmar-se quando o pus perto do meu pescoço, todo dobradinho, com as pernas flectidas. De repente, calou-se e adormeceu. Fiquei assim uma hora, imóvel, cheia de medo de me mexer e de o acordar novamente. Só depois de lhe ter dado o leite às sete da manhã é que a paz reinou no lar e eu consegui dormir. Foi uma noite espectacular. Mal posso esperar pela próxima.

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publicado às 17:21

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